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JNG FORMA GRUPO DE TRABALHO PARA ESTRUTURAR PROGRAMA DE APOIO INDIVIDUALIZADO (P.A.I)

O Instituto JNG realizou a primeira reunião do Grupo de Trabalho (GT) que irá estruturar processos e protocolos de serviços do Programa de Apoio Individualizado (P.A.I.), um dos pilares do projeto-piloto de moradias independentes para pessoas com deficiência. Com duração prevista de 3 meses, o GT reúne seis especialistas e será liderado por Flavia Poppe, presidente do Instituto.

 

O núcleo operacional é formado por Gerusa Pontes de Moura, pedagoga especialista em mediação escolar e processos educacionais, Mestranda em Educação na Universidade do Rio de Janeiro (UERJ), com grande experiência na área da Saúde Mental; e Ana Paula Silva Estevão, administradora de empresas com MBA em gestão de pessoas, certificada pelo PMI (Project Management Institute), com 10 anos de experiência em gerenciamento de projetos em empresas de grande porte.

 

O trabalho será desenvolvido a partir do Protocolo de Personalização elaborado no ano passado pelas consultoras Cristina Mascaro, professora adjunta do departamento de Educação Inclusiva e Continuada da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ); e Livia Vitorino, professora de Educação Especial e mestre em Inclusão e Educação Especial, que também integram o GT. Cristina e Livia traduziram e adaptaram as técnicas da Ability Housing – modelo e referência do JNG - à realidade brasileira. O processo incluiu a validação e aplicação dos instrumentos do Programa em jovens com deficiência intelectual e elaboração dos primeiros protocolos para desenvolvimento e aplicação em escala do Programa de Apoio Individualizado (P.A.I.).

 

Agora, o GT irá desenhar e definir os processos para que o Programa de Apoio Individualizado seja aplicado, desde a fase de cadastramento dos atores envolvidos (PcD, família, mediadores), passando pela capacitação de profissionais até a operação, monitoramento, avaliação e controle de qualidade.

 

Cátia Walter, professora do programa de pós-graduação em Educação do departamento de Educação Inclusiva e Continuada da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ) também integra o Grupo de Trabalho. Cátia, mestre e doutora em Educação Especial, acompanha o trabalho do Instituto JNG desde sua fundação, sempre nos inspirando e reforçando nossa crença de que a perspectiva de moradia amplia a capacidade de autonomia e garante uma vida o mais independente possível para pessoas que convivam com limitações.

 

Cacília Helal completa o GT, trazendo o olhar dos pais, suas dores e desafios. Pedagoga, psicomotricista e mestranda em Educação pela UFP, em Portugal, é orientadora educacional do COLÉGIO MOPI, no Rio de Janeiro, atuando no bem estar das relações entre família/aluno/escola.

 

Flávia Poppe comemora mais essa etapa estrutural do projeto-piloto. “Um trabalho sério e sustentável se faz com bases sólidas e esse grupo de especialistas nos dá a tranquilidade e a certeza de que o Instituto JNG veio para criar, inovar e oferecer soluções de real autonomia para pessoas com deficiência“, conclui. 

A sua doação vai além do valor financeiro,
ela apoia a conquista de autonomia de pessoas com deficiências.

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