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Destaques

  • Instituto JNG discute autonomia da pessoa com deficiência intelectual no seminário internacional Rio TEAma: autismo tem tratamento

    Flávia Poppe, diretora-geral do Instituto JNG, participa do seminário internacional Rio TEAma no próximo dia 3 de abril, às 12h, no debate “Como o presente vai influenciar o futuro das crianças com TEA?”. O evento reunirá especialistas nacionais e internacionais, nos dias 2 e 3 de abril, na Cidades das Artes, para discutir técnicas e perspectivas terapêuticas para os indivíduos portadores do Transtorno do Espectro do Autismo – TEA.  

    No Brasil já existe uma rede de informações e suporte para crianças com deficiência intelectual e suas famílias. Mas pouco se discute sobre a vida adulta, depois da fase escolar. O Instituto JNG nasceu há 5 anos exatamente a partir da inquietação de mães preocupadas com o futuro de seus filhos com autismo. Desde então, promove e defende a causa das moradias independentes com suporte individualizado como forma de conquistar autonomia e independência.  Em março desse ano começou a ser desenvolvido o projeto-piloto, pioneiro no Brasil, baseado no modelo da Ability House, no Reino Unido. Flávia destaca como é impactante na nossa vida quando saímos da casa de nossos pais, seja para trabalhar, para estudar, para casar. “Essa transição é libertadora e fundamental. A moradia é estruturante, é na nossa casa que a gente desenvolve nossa identidade, nossa independência, nossa autonomia, onde organizamos as nossas coisas”, diz Flávia Poppe. “É um passo importante para a socialização, para conquistar um trabalho, uma ocupação”, conclui.

    Kátia Moritz, Denise Hardtt, Janessa Dominguez, Paulo Liberalesso, Graciela Pignatari e Eduardo Faveret são alguns dos palestrantes confirmados. Alysson Muotri, pesquisador brasileiro, professor e diretor do Programa de Células-Tronco da Universidade da Califórnia em San Diego (UCSD), EUA, enviará uma palestra gravada sobre o tratamento usando genética de ponta e células-tronco. Muotri é pioneiro em pesquisas que ajudaram a descobrir as causas e mapear tratamentos mais eficazes para o Transtorno do Espectro do Autismo (TEA). 

    O Seminário Internacional Rio TEAma celebra Dia Internacional da Conscientização do Autismo - https://www.un.org/en/events/autismday/ A data foi estabelecida pela ONU no dia 2 de abril, com o objetivo de conscientizar sobre a importância de diagnosticar, tratar e inserir as pessoas autistas na sociedade, reduzindo o preconceito que ainda existe.

     

    SERVIÇO:

    Seminário Internacional Rio TEAma 2019 – Autismo tem tratamento

    2 e 3 de abril de 2019, das 10h às 20h - Cidade das Artes, Rio de Janeiro

    Inscrições: https://bit.ly/2CONxIU

    Programação:

    2/4/19, terça-feira

     9h – 10h – inscrições e credenciamento.

    10h – 11h30 - Dr. Paulo Liberalesso: “Comportamentos autísticos: compreendendo os fundamentos, sinais e os sintomas e as mobilidades de tratamento”.

    11h45 – 13h30 - Kátia Moritz: “As crendices e lendas sobre o Autismo”.

    13h30 – 15h - Almoço.

    15h – 16h30 - Denise Hardt: “Tratamento baseado em evidências”.

    16h30 – 17h - Vamos sobreviver: inspiração para pais e profissionais.

    17h – 17h45 - Diogo Ventura Lovato: “Genética e Autismo”.

    17h45 – 19h - Graciela Pignatari e Alysson Muotri (palestra gravada): “Como os mini-cérebros humanos podem recapitular aspectos funcionais do cérebro em desenvolvimento”.

    19h – 20h - Eduardo Faveret: “Tratamento com Canabidiol e experiências no Brasil”.

     

    Dia 3/4/19, quarta-feira

    10h – 11h30 - Kátia Moritz: Treinamento dos Pais.

    11h30 – 12h – Aperitivos: manejo da ansiedade no TEA.

    12h – 13h30 - Roda de conversa (perspectiva): Como o presente vai influenciar o futuro das crianças com TEA, com Dr. Paulo Liberalesso, Dr. Jair Moraes, Flavia Poppe e Dayse Serra.

    13h30 – 15h - Almoço.

    15h – 17h - Dra. Janessa Dominguez : Manejo de comportamentos agressivos e de prevenção e o impacto no funcionamento do autista.

    17h – 19h - Família Brito Sales: Nicolas Brito Sales (“Tudo o que eu posso ser”), Anita Brito (“TEA e Neurociência”) e Alexsander Sales (“O papel do pai e a superação da família”).

    19h – 20h - Encerramento e carta de compromisso - participantes criarão um documento de mudanças pessoais que vão se comprometer a fazer para modificar suas próprias dificuldades de lidar com pacientes ou familiares.

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  • JNG lança campanha de financiamento coletivo para desenvolver projeto-piloto de moradia independente para pessoas com deficiência

    JNG lança campanha de financiamento coletivo para desenvolver projeto-piloto de moradia independente para pessoas com deficiência


    • Inédito no Brasil, projeto é uma evolução no conceito de autonomia e inclusão social
    • Segundo IBGE, são 2,6 milhões de pessoas com deficiência intelectual no Brasil
    • Modelo é baseado na britânica Ability Housing, que existe há mais de 20 anos
    • Projeto-piloto fica pronto em junho de 2019

    Rio de Janeiro, 15 de dezembro de 2018. O Brasil já deu passos importantes na educação, na saúde e no primeiro emprego para a inclusão de jovens e adultos com todo tipo de deficiência, que são mais de 21 milhões de pessoas no Brasil. Apenas na cidade do Rio,  são mais de 3 milhões de pessoas (Censo 2010).

    Agora, é preciso avançar para que possam conquistar moradia adequada e acessível, qualidade de vida e exercitar seus direitos. Direitos, aliás, garantidos na Lei Brasileira da Inclusão.


    Por isso, o Instituto JNG lança campanha de financiamento coletivo para desenvolver o projeto-piloto de moradia independente para pessoas deficiência intelectual, inédito no mercado brasileiro. O modelo será o da Ability House (https://www.ability-housing.co.uk/), no Reino Unido, que já existe há mais de 20 anos e é parceira do JNG desde a fundação do Instituto.


    No evento de lançamento da campanha, que reuniu 60 pessoas no anfiteatro da PUC-Rio, Flávia destacou que a moradia é estratégia para autonomia e vida independente das pessoas com deficiência. É um passo importante para a socialização, para conquistar um trabalho, uma ocupação. Ela acredita que, ao focar nas necessidades e questões do deficiente intelectual, o projeto-piloto automaticamente pode ser adaptado a moradores com qualquer tipo de deficiência.




    ELA lembrou como é impactante na nossa vida quando saímos da casa de nossos pais, seja para trabalhar, para estudar, para casar. “Essa transição é libertadora e fundamental. A moradia é estruturante, é na nossa casa que a gente desenvolve nossa identidade, nossa independência, nossa autonomia, onde organizamos as nossas coisas”, diz Flávia.


    A diferença entre moradia independente e moradia assistida foi outro ponto fundamental esclarecido durante a palestra de Flávia.



    A moradia urbana independente para jovens adultos com deficiência intelectual é uma evolução no conceito de autonomia e autossuficiência para essas pessoas, reduzindo as barreiras que impedem o convívio entre pessoas de todo o tipo e seus meios de se comunicar e viver em sociedade.


    Os potenciais moradores e suas famílias terão papel fundamental nesse processo: o Instituto jng irá ouvir seus anseios, o que desejam e como imaginam ser a moradia ideal, para fazer valer o lema da Convenção Internacional dos Direitos das Pessoas com Deficiência: “NADA SOBRE NÓS... SEM NÓS.”






    “Nosso objetivo é arrecadar R$ 170 mil reais e, em junho de 2019, entregar um projeto-piloto e todos os instrumentos necessários para a operação”, destacou Flavia Poppe, diretora do JNG. “Isso inclui, além dos imóveis, equipe de mediadores, programa de apoio individualizado, sistema de monitoramento e avaliação dos serviços, seguro e financiamento, contratos para garantir segurança jurídica aos atores envolvidos”, conclui Flávia.


    O que é moradia independente?

    A premissa central do modelo de moradia independente é a crença de que qualquer pessoa com deficiência intelectual pode aprender a viver em seu próprio espaço, e que para viver sozinha precisa de alguns apoios e mediações. O Programa de Apoio Individualizado – P.A.I. – é um conjunto de ações contínuas, com prazo estipulado, para aprimorar funcionalidades e habilidades da pessoa com deficiência para que ela tenha autonomia em sua moradia. São identificadas por um profissional capacitado e discutidas com o futuro morador e, em alguns casos, com seus familiares. Esse olhar técnico e ao mesmo tempo cuidadoso é fundamental que o PAI seja efetivo e de qualidade.  


    Campanha de financiamento coletivo

    A campanha no Kickante segue até o dia 30 de janeiro de 2019. O objetivo é arrecadar R$170 mil reais para o desenvolvimento do primeiro projeto-piloto de moradia independente do Brasil. “O investimento será realizado em 4 eixos – declaração do Fernando”

    1. Formação do primeiro grupo piloto com jovens adultos com deficiência que estejam dispostos a ser parte dessa experiência inédita.

    2. Elaboração dos Programas de Apoio Individualizado (P.A.I.), definição de protocolos, seleção e capacitação de equipe de mediadores. O PAI será executado por especialistas em comunicação alternativa, com base na metodologia utilizada no Reino Unido. A partir de entrevistas com as famílias, moradores e profissionais, serão feitas as adaptações à realidade brasileira por meio da estimativa de horas dedicadas e estruturação dos provedores de serviços.

    3. Mapeamento e seleção de potenciais imóveis, viabilidade econômica e custo final, a partir de análise urbanística e arquitetônica executada por equipe multidisciplinar de arquitetos e consultores imobiliários.

    4. Estruturação do modelo de governança, que garanta a qualidade e funcionamento de todos os serviços a partir de um modelo de acreditação, para que os prestadores de serviços sejam certificados e monitorados.    

    5. Definição de alternativas de financiamento e seguro.

    6. Elaboração de modelos de contratos para garantir segurança jurídica a todos os atores, da incorporadora imobiliária, a moradores e prestadores de serviços.

    www.institutojng.org.br

    O Instituto JNG iniciou sua jornada há 5 anos, com o propósito de sensibilizar a sociedade brasileira sobre moradias independentes para pessoas com deficiência intelectual. Hoje, é fonte e referência sobre o tema e colabora com governos e formuladores de políticas públicas como especialista, tendo proposto um conjunto de ações para a regulamentação dos artigos 31, 32 2 33 da Lei Brasileira da Inclusão.

    Foi criado a partir de questionamentos de mães de jovens com Deficiência Intelectual (João, Nicolas e Gabriela) que, ao se confrontarem com o fim da fase escolar e os desafios que se apresentavam, decidiram buscar alternativas para a inclusão social de jovens adultos. Onde moram? Onde trabalham? Que lugares frequentam para se divertir e conhecer pessoas da mesma idade? Onde namoram?

    Sua rede de parcerias inclui:

    ABILITY HOUSING ASSOCIATION, que compartilha instrumentos e know-how de mais 700 moradias independentes implementadas no Reino Unido.


    Centro Ann Sullivan: capacitação no Currículo Funcional Natural, metodologia voltada para a autonomia e independência de pessoas com deficiência.


    Universidade Santa Úrsula: sedia o Instituto JNG e promove um canal de troca de conhecimento e experiências com Faculdade de Arquitetura e Urbanismo, que vem trazendo muitos frutos e aprendizados.


    SCC ARQUITETURA, que fará as análises urbanistas e de arquitetura para viabilizar as moradias independentes para pessoas com deficiência


    Mais informações:

    Ana Maria Machado :: 21 99491-7576 / anamaria.buenomachado@gmail.com


    SAIBA MAIS
  • Evento de lançamento da campanha de financiamento coletivo QUEREMOS MORAR SOZINHOS!
    LARGADA da campanha de crowdfunding o primeiro projeto brasileiro de moradias independentes para pessoas com deficiência intelectual

    Sobre este evento

    Participe do EVENTO DE LANÇAMENTO da campanha de financiamento coletivo para viabilizar o primeiro empreendimento imobiliário brasileiro para pessoas com deficiência intelectual. Estamos falando de 2,6 milhões de pessoas em todo o país!

    Venha conhecer nossa proposta para o projeto-piloto, inédito no Brasil: moradia urbana independente para jovens adultos com deficiência intelectual, uma evolução no conceito de autonomia e vida independente para essas pessoas. Nosso modelo é a Ability Housing (https://www.ability-housing.co.uk/), no Reino Unido, que já existe há mais de 20 anos.

    Precisamos de você para dar esse passo crucial. Vamos juntos?

    Ao fim de quatro meses, em junho de 2019, teremos um projeto-piloto e todos os instrumentos necessários para a operação. Teremos uma equipe de mediadores selecionada e contratada; o programa de apoio individualizado validado; sistema de monitoramento e avaliação dos serviços; o mapeamento e viabilidade econômica de imóveis potenciais; alternativas de seguro e financiamento; modelos de contratos para garantir segurança jurídica aos atores envolvidos e todos os instrumentos necessários para a operação.

    O evento é 100% gratuito e basta realizar sua inscrição online por aqui.

    #VamosJuntosJNG

    Data: 15 de dezembro de 2018

    Horário: das 10h às 12h

    Local: PUC-Rio, Anfiteatro Prof. Junito Brandão. Rua Padre Leonel Franca, 225 -Gávea - RJ 

    Clique aqui para mais informações.

    //PROGRAMAÇÃO

    Depoimentos de jovens com deficiência sobre moradia independente.

    SAIBA MAIS
  • O Instituto JNG em parceria com o IBICT anunciam a publicação da edição especial da Revista Inclusão Social
    O Instituto JNG em parceria com o Instituto Brasileiro de Informacão em Ciencia e Tecnologia anunciam a publicação da edição especial da Revista Inclusão Social.

    A revista é um periódico eletrônico semestral que publica trabalhos no âmbito da inclusão social, com temas ligados a ações, programas, projetos, estudos e pesquisas voltados à problemática da inclusão dos cidadãos na sociedade da informação.

    A coordenação editorial deste número foi feita por Flavia Poppe, Diretora do JNG, que contou com excelentes autores para escrever sobre a construção da autonomia e vida independente de adultos com Deficiência Intelectual. É uma importante contribuição para debate, um grande apoio para profissionais, acadêmicos e famílias e, esperamos que se torne um documento de referência para as pessoas com deficiência.

    Além da editoria, Flávia escreveu um artigo sobre as reflexões da fase adulta de pessoas com deficiência intelectual (DI) e suas possibilidades de inserção social através dos projetos de moradias independentes. Ela descreve as principais características que diferenciam os modelos de moradias existentes e apresenta pesquisas internacionais que relacionam o modo de vida das pessoas com deficiência (PcDs) com o ambiente e a forma como apoiadores trabalham a questão da autonomia. Também aponta o contexto familiar no compromisso para a aquisição de autonomia e, dentro do cenário macroeconômico, os desafios para garantir os direitos aprovados em lei sobre acesso a moradias dignas. 

    Leiam, discutam, compartilhem e não deixem de nos enviar comentários!

    Link da revista: clique aqui

    Link do artigo: clique aqui
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  • Filme da campanha “Juntos, podemos morar sozinhos” chega no dia mundial da Síndrome de Down
    A campanha “Juntos, podemos morar sozinhos”, lançada em 2016 pelo Instituto JNG ficou mais completa!

    Com o lançamento do filme, o Instituto JNG poderá chegar a mais pessoas e mostrar que é possível ter, sim, um adulto com deficiência intelectual conquistar a autonomia e independência da vida adulta.

    “Esse filme mostra que sair de casa é um desafio para todos os jovens! Não é fácil, como a maioria descreve, mas para os jovens com deficiência intelectual seus sonhos soam mais concretos. Precisamos achar as pessoas que podem nos ajudar a realizar esse projeto”, declara Flávia Poppe, diretora do JNG.

    O intuito é também ampliar a divulgação do projeto e aumentar a arrecadação de fundos e doações que possam sustentar as pesquisas, congressos e atividades desenvolvidas pelo Instituto, que atualmente vive de doações e venda de produtos da campanha.

    Participaram do filme João Manoel Maranhão (o J do Instituto), Nicolas Poppe Muñoz (o N), Gabriella Mota (o G), Tathiana Piancastelli, Paula Wernek, Ana Clara Soares, Pedro Lima e Carlos Alfonso Ruiz.

    O filme foi produzido pela Vudoo Filmes e teve o lançamento oficial no último dia 18 de março, em um evento promovido pelo Instituto no Jockey Club do Rio de Janeiro, que gentilmente nos cedeu o espaço para a primeira projeção pública do filme.

    Nosso agradecimento especial a Vudoo Filmes, que apoiou integralmente o Instituto JNG tanto na produção e filmagem, quanto na edição e finalização do filme.

    Clique aqui para ver o filme. 

    Ficha técnica:
    Produção: Vudoo Filmes (www.vudoofilmes.com.br)
    Produção Executiva: André Wainer e Luiz Porto
    Direção e Roteiro: Bruno Tinoco
    Produção: Thiago Galdino
    Assistentes de Produção: Júlia Duarte e Ygor Palopoli
    Edição: Fernando Bittencourt e Bruno Tinoco
    Cinegrafistas: André Rondinelle e Arthur Medina
    Drone: Arthur Medina
    Som Direto: Helio Leite
    Assistente de Câmera: Bernardo Jardim
    Locução: Content Conteúdo Sonoro
    Animação Gráfica: Luiz Carlos Jr. 
    Agradecimentos: PUC Rio e Museu da República (RJ)
    Agradecimentos ao Jockey Club do Rio de Janeiro que cedeu a sala de cinema do clube para a exibição do filme.






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  • III Colóquio Franco-Latino-Americano de Pesquisa sobre Deficiência

    O Instituto JNG participou do III Colóquio Franco-Latino-Americano de Pesquisa sobre Deficiência, realizado de 9 a 11 de Março de 2017, na PUC-RS, em Porto Alegre/RS.

    Flávia Poppe, diretora do Instituto, apresentou o pôster sobre moradias independentes com apoio individualizado para pessoas com deficiência intelectual.  Flávia Cortinovis, da empresa Ciclo Projetos, que faz consultoria na área da inclusão produtiva de pessoas com deficiências no mercado de trabalho, também esteve presente e juntas apresentaram as principais temáticas da vida adulta: trabalho e moradia.

    O evento teve como tema central a "Igualdade de direitos e Acesso ao uma vida digna: Desafios e Controvérsias na Questão Social da Deficiência".

    Confira as fotos do evento na galeria Fotos & Videos.


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  • Instituto JNG participa da Comenda Dorina Nowill

    A 2ª edição da Comenda DORINA NOWILL, premiação concedida pelo Senado Federal a pessoas que se destacaram e que contribuem para melhores condições de vida de pessoas com deficiências, foi realizada dia 21 de Setembro de 2016 e contou com a presença do Instituto JNG.

     

    O Instituto participou do evento através da presença da presidente Flávia Poppe, que teve a honra de compor a mesa presidida pelo Senador Hélio José. Flávia foi ainda convidada a entregar essa importante homenagem à Helena Werneck, diretora do Instituto MetaSocial, responsável pela campanha "Ser Diferente é Normal”.

     

    Além de Helena, também foram homenageados o ex-Senador e Vice-Governador Flavio Arns, parlamentar atuante em todas as causas das pessoas com deficiências; Sr. Fernando Gomide, presidente da Associação Brasiliense de Amparo ao Fibrocístico; Dra. Lucia Willadino Braga, presidente da Rede Sarah Hospitais de Reabilitação; e, in memorium, o Dr. Aloysio Campos da Paz, fundador da Rede Sarah.

     

    A escolha dos vencedores é realizada por um Conselho composto por um representante de cada um dos partidos políticos com assento no Senado Federal.

     

    A premiação aconteceu durante a Sessão Especial destinada à comemoração do Dia Nacional de Luta das Pessoas com Deficiência, que desde 2005 é celebrada em 21 de Setembro.

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  • Neace/CNMP lança cartilha sobre tomada de decisão apoiada e curatela

    O Núcleo de Atuação Especial em Acessibilidade do Conselho Nacional do Ministério Público (Neace/CNMP) lançou a cartilha "Tomada de decisão apoiada e curatela: medidas de apoio previstas na lei brasileira de inclusão da pessoa com deficiência."

     

    A finalidade da cartilha é levar ao conhecimento de todas as pessoas as novas medidas de apoio, caso precisem decidir pela tomada de decisão apoiada ou curatela. A cartilha explica que a tomada de decisão pode ser escolhida por qualquer pessoa que tenha uma deficiência. É um processo judicial criado pela Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (LBI), que objetiva garantir apoio às decisões sobre qualquer ato da vida civil, e assim exercer plenamente os seus direitos.

     

    Por sua vez, a curatela tem objetivo de proteger o patrimônio da pessoa com deficiência que não consiga expressar sua vontade. Nesse caso, o juiz analisa as necessidades da pessoa e decide se ela pode ou não praticar atos relacionados ao patrimônio ou se precisará de apoio para isso, nomeando um curador ou curadora.

     

    As autoras da cartilha são a subprocuradora-geral do trabalho e coordenadora do Neace, Maria Aparecida Gugel; a promotora de Justiça do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) Luisa de Marillac Xavier; a procuradora regional da República de São Paulo Eugênia Augusta Gonzaga; a promotora de Justiça do Ministério Público do Rio Grande do Norte Rebecca Monte e o promotor de Justiça do MP do Pará Waldir Macieira.

     

    A obra ficará disponível no site do CNMP na área de publicações. Além disso, os exemplares da cartilha serão distribuídos em workshops "Todos juntos por um Brasil mais acessível", realizados pelo Neace, aos parceiros no Projeto de Acessibilidade, Defensorias Públicas, Conselhos de direitos e profissionais, bem como Centros de Apoio à pessoa com deficiência dos MP's.

     

    Em outubro deste ano, o Neace lançou a fotonovela sobre a tomada de decisão apoiada e curatela destinada tambéàs pessoas com deficiência intelectual.

     

    Clique aqui para acessar a nova cartilha na íntegra.

     

    Assessoria de Comunicação Social
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  • Inclusão pode ser legado paralímpico!

    Devemos nos orgulhar do fato de que a delegação brasileira possui mais de 300 atletas paralímpicos que disputaram cerca de 20 modalidades nos Jogos Rio2016. Nesse momento em que escrevo, já são 79 medalhas, 14 das quais de ouro. Nessas duas últimas semanas as pessoas com deficiências foram protagonistas. Em vários momentos a sociedade se interessou e aprendeu novos esportes ou como são feitas as adaptações (remoção de barreiras) para que essas pessoas compartilhem da vida social e demonstrem que também podem ser campeões. Realmente o Brasil pode mudar sua atitude daqui para frente graças aos Jogos Paralímpicos.

    Segundo o Censo de 2010, o Brasil possui mais de 40 milhões de pessoas com deficiências que disputam oportunidades de inclusão na sociedade cotidianamente. Juntos com os nossos paratletas, pessoas com deficiências no Brasil ainda enfrentam desafios muito mais simples do que chegar a ser campeão em olimpíada, mas que tornam o dia a dia dessas pessoas e seus familiares um verdadeiro pentatlo moderno, ou uma maratona diária.

    As barreiras de acesso são visíveis a todos e essa modalidade de competição” é fácil de ser notada pela sociedade – basta olhar em volta. Pense numa pessoa se deslocando na Rua Voluntários da Pátria, em Botafogo, Zona Sul do Rio de Janeiro, com cadeira de rodas, e uma prova de corrida com obstáculos torna-se quase banal. Agora imagine nas favelas onde vivem 22% da população total do Rio!

    De um modo geral, deficientes visuais não contam com sinais sonoros para orientação; deficientes auditivos não dispõem de formas de comunicação alternativas. Da mesma forma, os deficientes intelectuais não encontram as adaptações necessárias para facilitar sua compreensão e interação social. O acesso a escolas regulares, um direito assegurado por Lei, ainda enfrenta muitas resistências. Quando se tornam jovens adultos, a vida das pessoas com deficiências fica ainda mais limitada devido a falta de oportunidades de trabalho e de opções de moradias, limitando sua autonomia e vida independente. Essas barreiras afastam as pessoas com algum tipo de comprometimento físico ou intelectual da sociedade.

    Equivocadamente podemos pensar que eles perdem, coitados... Mas quem de fato perde é a sociedade. Uma sociedade que exclui pessoas com deficiências é uma sociedade pobre porque não se enriquece, nãé capaz de aprender com as diferenças.

    Em 2014, a Organização Internacional do Trabalho (OIT) publicou 15 casos de boas práticas de empresas que incluem pessoas com deficiências em seus ambientes de trabalho. É comum encontrar relatos de que esse convívio humaniza o ambiente de trabalho, eleva a moral da equipe e, portanto, impacta positivamente o clima organizacional.

    Os Jogos Paralímpicos certamente nos inspiraram, comoveram e nos fizeram refletir sobre o orgulho dos nossos campeões que, muitas vezes, não contam com o devido apoio apesar de seus exemplos de superação. Vamos aproveitar esta oportunidade para perceber o quanto podemos ganhar como sociedade incluindo, de fato, as pessoas com deficiências. Esse seria o maior legado. E acho que o Rio de Janeiro pode puxar esse cordão e contagiar a todos.


    FOTO: TÂNIA RÊGO/ AGÊNCIA BRASIL

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  • Neace/CNMP lança cartilha sobre tomada de decisão apoiada e curatela

    O Núcleo de Atuação Especial em Acessibilidade do Conselho Nacional do Ministério Público (Neace/CNMP) lançou a cartilha "Tomada de decisão apoiada e curatela: medidas de apoio previstas na lei brasileira de inclusão da pessoa com deficiência."

     

    A finalidade da cartilha é levar ao conhecimento de todas as pessoas as novas medidas de apoio, caso precisem decidir pela tomada de decisão apoiada ou curatela. A cartilha explica que a tomada de decisão pode ser escolhida por qualquer pessoa que tenha uma deficiência. É um processo judicial criado pela Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (LBI), que objetiva garantir apoio às decisões sobre qualquer ato da vida civil, e assim exercer plenamente os seus direitos.

     

    Por sua vez, a curatela tem objetivo de proteger o patrimônio da pessoa com deficiência que não consiga expressar sua vontade. Nesse caso, o juiz analisa as necessidades da pessoa e decide se ela pode ou não praticar atos relacionados ao patrimônio ou se precisará de apoio para isso, nomeando um curador ou curadora.

     

    As autoras da cartilha são a subprocuradora-geral do trabalho e coordenadora do Neace, Maria Aparecida Gugel; a promotora de Justiça do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) Luisa de Marillac Xavier; a procuradora regional da República de São Paulo Eugênia Augusta Gonzaga; a promotora de Justiça do Ministério Público do Rio Grande do Norte Rebecca Monte e o promotor de Justiça do MP do Pará Waldir Macieira.

     

    A obra ficará disponível no site do CNMP na área de publicações. Além disso, os exemplares da cartilha serão distribuídos em workshops "Todos juntos por um Brasil mais acessível", realizados pelo Neace, aos parceiros no Projeto de Acessibilidade, Defensorias Públicas, Conselhos de direitos e profissionais, bem como Centros de Apoio à pessoa com deficiência dos MP's.

     

    Em outubro deste ano, o Neace lançou a fotonovela sobre a tomada de decisão apoiada e curatela destinada tambéàs pessoas com deficiência intelectual.

     

    Clique aqui para acessar a nova cartilha na íntegra.

     

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  • Instituto JNG participa da Comenda Dorina Nowill

    A 2ª edição da Comenda DORINA NOWILL, premiação concedida pelo Senado Federal a pessoas que se destacaram e que contribuem para melhores condições de vida de pessoas com deficiências, foi realizada dia 21 de Setembro de 2016 e contou com a presença do Instituto JNG.

     

    O Instituto participou do evento através da presença da presidente Flávia Poppe, que teve a honra de compor a mesa presidida pelo Senador Hélio José. Flávia foi ainda convidada a entregar essa importante homenagem à Helena Werneck, diretora do Instituto MetaSocial, responsável pela campanha "Ser Diferente é Normal”.

     

    Além de Helena, também foram homenageados o ex-Senador e Vice-Governador Flavio Arns, parlamentar atuante em todas as causas das pessoas com deficiências; Sr. Fernando Gomide, presidente da Associação Brasiliense de Amparo ao Fibrocístico; Dra. Lucia Willadino Braga, presidente da Rede Sarah Hospitais de Reabilitação; e, in memorium, o Dr. Aloysio Campos da Paz, fundador da Rede Sarah.

     

    A escolha dos vencedores é realizada por um Conselho composto por um representante de cada um dos partidos políticos com assento no Senado Federal.

     

    A premiação aconteceu durante a Sessão Especial destinada à comemoração do Dia Nacional de Luta das Pessoas com Deficiência, que desde 2005 é celebrada em 21 de Setembro.

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  • JNG promove encontro com jovens para discutir a moradia independente
    Com o mote da campanha "Juntos, podemos morar sozinhos", o Instituto JNG organizou um encontro para para jovens adultos e pais opinarem e aprofundarem a ideia da moradia independente com suporte individualizado para os filhos com deficiência.

    O evento, realizado dia 31 de Julho de 2016, no Bosque da Barra, contou com aproximadamente 20 jovens com deficiência que, num clima alegre e descontraído, falaram da vontade que têm em morar sozinhos e da autonomia que irão conquistar com esse grande passo.

    Estiveram presentes representantes da Sociedade Síndrome de Down (SSD), do Instituto Meta Social, da Universidade Santa Úrsula (parceira do Instituto JNG), além de profissionais atuantes como Gerusa Pontes de Moura (da UERJ), Fernanda Honorato, repórter do Programa Especial, da TV Brasil.

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  • III Colóquio Franco-Latino-Americano de Pesquisa sobre Deficiência

    O Instituto JNG participou do III Colóquio Franco-Latino-Americano de Pesquisa sobre Deficiência, realizado de 9 a 11 de Março de 2017, na PUC-RS, em Porto Alegre/RS.

    Flávia Poppe, diretora do Instituto, apresentou o pôster sobre moradias independentes com apoio individualizado para pessoas com deficiência intelectual.  Flávia Cortinovis, da empresa Ciclo Projetos, que faz consultoria na área da inclusão produtiva de pessoas com deficiências no mercado de trabalho, também esteve presente e juntas apresentaram as principais temáticas da vida adulta: trabalho e moradia.

    O evento teve como tema central a "Igualdade de direitos e Acesso ao uma vida digna: Desafios e Controvérsias na Questão Social da Deficiência".

    Confira as fotos do evento na galeria Fotos & Videos.


    SAIBA MAIS
  • Filme da campanha “Juntos, podemos morar sozinhos” chega no dia mundial da Síndrome de Down
    A campanha “Juntos, podemos morar sozinhos”, lançada em 2016 pelo Instituto JNG ficou mais completa!

    Com o lançamento do filme, o Instituto JNG poderá chegar a mais pessoas e mostrar que é possível ter, sim, um adulto com deficiência intelectual conquistar a autonomia e independência da vida adulta.

    “Esse filme mostra que sair de casa é um desafio para todos os jovens! Não é fácil, como a maioria descreve, mas para os jovens com deficiência intelectual seus sonhos soam mais concretos. Precisamos achar as pessoas que podem nos ajudar a realizar esse projeto”, declara Flávia Poppe, diretora do JNG.

    O intuito é também ampliar a divulgação do projeto e aumentar a arrecadação de fundos e doações que possam sustentar as pesquisas, congressos e atividades desenvolvidas pelo Instituto, que atualmente vive de doações e venda de produtos da campanha.

    Participaram do filme João Manoel Maranhão (o J do Instituto), Nicolas Poppe Muñoz (o N), Gabriella Mota (o G), Tathiana Piancastelli, Paula Wernek, Ana Clara Soares, Pedro Lima e Carlos Alfonso Ruiz.

    O filme foi produzido pela Vudoo Filmes e teve o lançamento oficial no último dia 18 de março, em um evento promovido pelo Instituto no Jockey Club do Rio de Janeiro, que gentilmente nos cedeu o espaço para a primeira projeção pública do filme.

    Nosso agradecimento especial a Vudoo Filmes, que apoiou integralmente o Instituto JNG tanto na produção e filmagem, quanto na edição e finalização do filme.

    Clique aqui para ver o filme. 

    Ficha técnica:
    Produção: Vudoo Filmes (www.vudoofilmes.com.br)
    Produção Executiva: André Wainer e Luiz Porto
    Direção e Roteiro: Bruno Tinoco
    Produção: Thiago Galdino
    Assistentes de Produção: Júlia Duarte e Ygor Palopoli
    Edição: Fernando Bittencourt e Bruno Tinoco
    Cinegrafistas: André Rondinelle e Arthur Medina
    Drone: Arthur Medina
    Som Direto: Helio Leite
    Assistente de Câmera: Bernardo Jardim
    Locução: Content Conteúdo Sonoro
    Animação Gráfica: Luiz Carlos Jr. 
    Agradecimentos: PUC Rio e Museu da República (RJ)
    Agradecimentos ao Jockey Club do Rio de Janeiro que cedeu a sala de cinema do clube para a exibição do filme.






    SAIBA MAIS
  • O Instituto JNG em parceria com o IBICT anunciam a publicação da edição especial da Revista Inclusão Social
    O Instituto JNG em parceria com o Instituto Brasileiro de Informacão em Ciencia e Tecnologia anunciam a publicação da edição especial da Revista Inclusão Social.

    A revista é um periódico eletrônico semestral que publica trabalhos no âmbito da inclusão social, com temas ligados a ações, programas, projetos, estudos e pesquisas voltados à problemática da inclusão dos cidadãos na sociedade da informação.

    A coordenação editorial deste número foi feita por Flavia Poppe, Diretora do JNG, que contou com excelentes autores para escrever sobre a construção da autonomia e vida independente de adultos com Deficiência Intelectual. É uma importante contribuição para debate, um grande apoio para profissionais, acadêmicos e famílias e, esperamos que se torne um documento de referência para as pessoas com deficiência.

    Além da editoria, Flávia escreveu um artigo sobre as reflexões da fase adulta de pessoas com deficiência intelectual (DI) e suas possibilidades de inserção social através dos projetos de moradias independentes. Ela descreve as principais características que diferenciam os modelos de moradias existentes e apresenta pesquisas internacionais que relacionam o modo de vida das pessoas com deficiência (PcDs) com o ambiente e a forma como apoiadores trabalham a questão da autonomia. Também aponta o contexto familiar no compromisso para a aquisição de autonomia e, dentro do cenário macroeconômico, os desafios para garantir os direitos aprovados em lei sobre acesso a moradias dignas. 

    Leiam, discutam, compartilhem e não deixem de nos enviar comentários!

    Link da revista: clique aqui

    Link do artigo: clique aqui
    SAIBA MAIS
  • Evento de lançamento da campanha de financiamento coletivo QUEREMOS MORAR SOZINHOS!
    LARGADA da campanha de crowdfunding o primeiro projeto brasileiro de moradias independentes para pessoas com deficiência intelectual

    Sobre este evento

    Participe do EVENTO DE LANÇAMENTO da campanha de financiamento coletivo para viabilizar o primeiro empreendimento imobiliário brasileiro para pessoas com deficiência intelectual. Estamos falando de 2,6 milhões de pessoas em todo o país!

    Venha conhecer nossa proposta para o projeto-piloto, inédito no Brasil: moradia urbana independente para jovens adultos com deficiência intelectual, uma evolução no conceito de autonomia e vida independente para essas pessoas. Nosso modelo é a Ability Housing (https://www.ability-housing.co.uk/), no Reino Unido, que já existe há mais de 20 anos.

    Precisamos de você para dar esse passo crucial. Vamos juntos?

    Ao fim de quatro meses, em junho de 2019, teremos um projeto-piloto e todos os instrumentos necessários para a operação. Teremos uma equipe de mediadores selecionada e contratada; o programa de apoio individualizado validado; sistema de monitoramento e avaliação dos serviços; o mapeamento e viabilidade econômica de imóveis potenciais; alternativas de seguro e financiamento; modelos de contratos para garantir segurança jurídica aos atores envolvidos e todos os instrumentos necessários para a operação.

    O evento é 100% gratuito e basta realizar sua inscrição online por aqui.

    #VamosJuntosJNG

    Data: 15 de dezembro de 2018

    Horário: das 10h às 12h

    Local: PUC-Rio, Anfiteatro Prof. Junito Brandão. Rua Padre Leonel Franca, 225 -Gávea - RJ 

    Clique aqui para mais informações.

    //PROGRAMAÇÃO

    Depoimentos de jovens com deficiência sobre moradia independente.

    SAIBA MAIS
  • JNG lança campanha de financiamento coletivo para desenvolver projeto-piloto de moradia independente para pessoas com deficiência

    JNG lança campanha de financiamento coletivo para desenvolver projeto-piloto de moradia independente para pessoas com deficiência


    • Inédito no Brasil, projeto é uma evolução no conceito de autonomia e inclusão social
    • Segundo IBGE, são 2,6 milhões de pessoas com deficiência intelectual no Brasil
    • Modelo é baseado na britânica Ability Housing, que existe há mais de 20 anos
    • Projeto-piloto fica pronto em junho de 2019

    Rio de Janeiro, 15 de dezembro de 2018. O Brasil já deu passos importantes na educação, na saúde e no primeiro emprego para a inclusão de jovens e adultos com todo tipo de deficiência, que são mais de 21 milhões de pessoas no Brasil. Apenas na cidade do Rio,  são mais de 3 milhões de pessoas (Censo 2010).

    Agora, é preciso avançar para que possam conquistar moradia adequada e acessível, qualidade de vida e exercitar seus direitos. Direitos, aliás, garantidos na Lei Brasileira da Inclusão.


    Por isso, o Instituto JNG lança campanha de financiamento coletivo para desenvolver o projeto-piloto de moradia independente para pessoas deficiência intelectual, inédito no mercado brasileiro. O modelo será o da Ability House (https://www.ability-housing.co.uk/), no Reino Unido, que já existe há mais de 20 anos e é parceira do JNG desde a fundação do Instituto.


    No evento de lançamento da campanha, que reuniu 60 pessoas no anfiteatro da PUC-Rio, Flávia destacou que a moradia é estratégia para autonomia e vida independente das pessoas com deficiência. É um passo importante para a socialização, para conquistar um trabalho, uma ocupação. Ela acredita que, ao focar nas necessidades e questões do deficiente intelectual, o projeto-piloto automaticamente pode ser adaptado a moradores com qualquer tipo de deficiência.